O site IngressoFácil.com.br tem exclusividade na venda online de ingressos para partidas de futebol no Brasil. Pergunta: isso lhe dá o direito de responder aos seus clientes de forma desinteressada e omissa? É claro que não, mas é o que acontece.
Subject: Já sem ingressos da Série B?
From: Denis Dias de Lima
Date: Qua, 26 Nov 2003 11:57:00
To: sac@ingressofacil.com.br
Olá pessoal do IngressoFácil,
Desde ontem estou entrando constantemente no site do IngressoFácil esperando o início da venda dos ingressos para a partida Palmeiras x Botafogo do próximo sábado.
Logo cedo entrei no site novamente e para minha surpresa e frustração havia uma mensagem dizendo que todos os ingressos já haviam sido vendidos. Fiquei sabendo pela imprensa que os ingressos começariam a ser vendidos somente hoje à tarde. O IngressoFácil vendeu todos os ingressos de madrugada?
sds, Denis Dias de Lima
Subject: Re: Já sem ingressos da Série B?
From: SAC
To: Denis Dias de Lima
Date: 27 Nov 2003 12:21:32
Prezado Cliente
As vendas para esse evento já estão encerradas.
Obrigado por entrar em contato.
SAC - INGRESSO FÁCIL.
Subject: Re: Já sem ingressos da Série B?
From: Denis Dias de Lima
Date: Fri, 28 Nov 2003 19:26:20
To: SAC"
Disso eu já sabia quando eu enviei o e-mail, oras. A minha pergunta foi: o IngressoFácil vendeu todos os ingressos na madrugada da quarta-feira, antes mesmo do próprio Palmeiras iniciar a venda?
sds, Denis Dias de LimaNão houve mais contato por parte do IngressoFácil.com.br.
O
Closing Bell da Bolsa de Nova York
foi tocado hoje pelo Bob Esponja!
Estão prontos, crianças? Ôôôôô... quem viveria num abacaxi no fundo do mar? :-P
Comentário intrigante no
Hyperspace Gate:
para quem forjou a viagem a Lua, forjar a viagem para dentro de um galpão sem janelas repleto de soldados e dizer que é um outro país, é fichinha. Mais uma vez, do jeito que sou desconfiado de tudo, agora é que eu não acredito mesmo que o Bush esteve no Iraque.
Quando vi esse tal
refrigerante de peru pensei que fosse mais uma brincadeira online do tipo
Bonsai Kitten, mas está sendo
noticiado como verdadeiro em diversas fontes como
Reuters,
BBC,
CNN,
Fox News,
The Independent,
Business Wire, dentre outras. Ainda assim, só acredito vendo.
O Estado de S. Paulo volta a publicar seu jornal online em formato texto.Quando o Estadão começou a publicar seu jornal apenas em formato
PDF, enviei este
e-mail para o BlueBus:
Fiquei decepcionado com o novo formato online do Estadão. Antes, com apenas um clique eu lia todas as manchetes do caderno Cidades e clicava em quatro ou cinco delas para ler suas respectivas íntegras. Para fazer a mesma coisa hoje, precisei baixar um PDF de 320 KB e para minha surpresa era só a capa do caderno, onde metade dele era ocupado por publicidade. Precisei fazer outro download de 256 KB para poder ler a página 2! Em tempos de Novo Speedy com taxa de transferência limitada, o Estadão pisou na bola. Ou será que isso é uma conspiração com os provedores de acesso para que os leitores fiquem mais tempo online lendo menor quantidade de informação do que antes?
O argumento do Estadão para justificar o abandono das páginas HTML é curioso - 'deixavam de fora partes importantes dos conteúdos dos dois jornais, como gráficos e imagens, além das páginas de cotações e os cadernos de classificados, entre outros". Na página 2 do caderno Cidades você pode conferir os tais gráficos e imagens - borrões ilegíveis!"
Enquanto a Amazon.com avança e coloca uma ferramenta de busca no conteúdo dos livros, o Estadão retrocede e tira a ferramenta de busca no conteúdo das notícias do dia. Uma pena. Parece que, infelizmente, ele se tornou um exemplo de como não se fazer um jornal online.Depois disso, até que me virei bem com o novo formato. Fiz um
script bash para baixar o jornal inteiro automaticamente (ou partes dele, já que inteiro ocupa em média 30 MB diários, 1:10h em banda larga de 512k) e me adaptei à situação - foi até mais prático guardar algumas reportagens.
Apesar da grande vantagem de poder ver o jornal exatamente como a versão impressa foi diagramada e poder guardá-la facilmente, esse formato apresenta muitas desvantagens:
- Impede que suas notícias sejam encontradas pelo Google e outros buscadores.
- Exige que o leitor tenha o
Acrobat Reader ou similar instalado, o que não é exatamente um hábito - eu mesmo não o tenho no meu computador de casa.
- Exige que o leitor espere mais tempo e gaste mais kilobytes para ler menos conteúdo.
- Essa espera toda pode ser uma imensa decepção, como uma página inteira com mais de 1 MB apenas de publicidade.
-
A navegação é totalmente prejudicada. Colocaram na capa do site vários links para um mesmo PDF, ou seja, um leitor mais desatento pode baixar um PDF, fechá-lo, clicar em outra notícia de interesse e baixar o mesmo PDF novamente.
- Custos operacionais para o próprio Estadão; tentaram economizar demitindo o pessoal que mantinha o antigo site, mas certamente gastaram muito mais de
taxa de transferência e tiveram bem menos leitores acessando o site, e ainda acabaram tendo que voltar atrás na decisão.
Apesar das críticas à
fonte Courier usada no site, eu até que gostei. Mas já sei que a festa não vai durar muito: no topo do site já há uma chamada para assinar o jornal, "edição impressa ou edição online". Nada contra o pagamento, acho justo, mas gostaria que o Estadão cobrasse apenas pela edição do dia e mais recentes, mas deixasse livre as edições mais antigas; exatamente o inverso do praticado pelo
O Globo.
Depois de uma visita ao cartório e mais documentos, pensei que minha
via crucis estivesse chegando ao fim. Que nada: mais documentos.
Em duas semanas tomei café apenas três ou quatro vezes, com espaços regulares de três dias entre cada ocasião; antes essa era a minha média diária, com doses duas ou três vezes maiores do que estas últimas. Curiosamente, minhas dores de cabeça quase que diárias desapareceram. Eu jamais quis afirmar isso, mas infelizmente é verdade: o (excesso de) café estava me fazendo mal.
Depois do primeiro
anúncio há um mês,
lá se foi Copito de Nieve, o único gorila albino conhecido no mundo.

Esta é uma das muitas relíquias dos alfarrábios do meu irmão: uma
Enciclopédia Bloch de Dezembro de 1970 (ano 4, nº 44), uma publicação mensal de cultura muito popular nas décadas de 1960 e 1970 que pode ser considerada "a avó da
SuperInteressante". Cercado de recomendações de extremo cuidado, consegui uma autorização para escanear a capa e compartilhá-la com os amigos leitores do
Concatenum.com.
Na reportagem de capa, Copito de Nieve tinha apenas seis anos de idade (capturado havia quatro) e pesava 45 quilos. Algumas frases abaixo, com a grafia original da revista.
(...) Copi, como é chamado no zoo, logo se habituou à vida no cativeiro, e hoje em dia não vive sem seu público. Dá saltos mortais, vira cambalhotas, bate palmas e grita de alegria quando vê os visitantes, e em particular as crianças, chegarem perto da sua jaula.
(...) O fato de ser branco, albino, não cria para Copi nenhum problema de relacionamento. É aceito pelos demais gorilas com absoluta naturalidade. E êle também não faz qualquer restrição aos gorilas prêtos. Aceita-os como iguais. Não é um racista, já se vê.
(...) Levando uma vida reclusa, Copi terá muito mais anos de vida do que um gorila que viva em plena selva. Segundo os cálculos dos seus médicos, chegará aos trinta anos. Deverá ter muitos filhos, mas nenhum dêles sairá parecido com o pai.
(...) Viverá por muito tempo, para a alegria da criançada que não se cansa de ver as cambalhotas do único gorila branco do mundo.Previsões cumpridas: viveu 40 anos, teve 21 filhos (seis sobreviveram), dois netos e nenhum deles albino.
A primeira e até então única vez que eu falei do meu
Palmeiras aqui no
Concatenum.com foi
há um ano, logo que ele foi rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol. Após 370 dias, torcendo como se cada jogo fosse
uma final de Copa do Mundo, eu não poderia deixar de expressar meu alívio e meu orgulho de fazer parte da família alviverde.
É a primeira, única, e última vez que comemoramos o título de Campeão Brasileiro da Série B; não é exatamente um título que um clube com a pujança da Sociedade Esportiva Palmeiras deva querer em sua grande galeria de conquistas, mas a forma única com que ele foi ganho criou uma bela página na história do Verdão - e do futebol nacional com sua lição de ética - e merece ser muito bem celebrado: o Palmeiras é o primeiro membro do Clube dos 13 que foi rebaixado e depois promovido de volta à Série A jogando bola dentro das quatro linhas e estufando a rede de todos os adversários, e não com viradas de mesa e marmeladas como era de costume. A Segunda Divisão ficou para trás, não acontecerá novamente, mas não precisa ser esquecida.
Essa Segundona me fez lembrar porque decidi separar um lugar em meu coração para o Palmeiras, quando eu tinha uns oito anos, acho. É claro, houve certa influência paterna na decisão, mas não foi muito grande. Escolhi o Palmeiras numa época em que os títulos haviam sumido, enquanto os outros grandes da região revezavam-se na conquista de troféus. Escolhi o Verdão pela emoção, não pelo interesse; o orgulho de ser palestrino superava a falta de qualquer título. É só ver o show da torcida alviverde nas arquibancadas. Enquanto as outras grandes torcidas invadiam CTs, xingavam jogadores, pediam a cabeça dos técnicos, penduravam suas faixas de cabeça para baixo, a leal torcida palmeirense aplaudia, se emocionava, comemorava, cantava o hino e gritava os nomes dos heróis em campo. Até nas poucas derrotas e empates, o time foi ovacionado e seus jogadores, aplaudidos. Isto é ser palmeirense, isto é que é amor ao escudo, ao manto e tudo o que o clube representa no cenário esportivo nacional e internacional. Sem dúvida houve um pouco de vergonha antes do início do certame, mas passou assim que o esquadrão palmeirense entrou em campo logo na primeira partida.
A Série B é uma pedreira atrás da outra. Tem times de pegada, raçudos, e com habilidade técnica sim, senhor - e que entram em campo sedentos para aplicar uma goleada num time vindo da Série A. O Palmeiras soube se adaptar ao futebol rústico jogado na Série B e te digo uma coisa: se esse ritmo de jogo for mantido na próxima temporada, ninguém segura essa máquina verde; o futebol da segunda divisão é muito mais disputado, corrido e emocionante do que qualquer jogo da atual primeira divisão.
Falta apenas mais um compromisso neste ano, no próximo sábado, para cumprir tabela. Depois de sofrer muito em casa, acompanhando todos os jogos pelo rádio, TV e Internet, finalmente chegou a hora de assistir tranqüilamente a mais um show do Verdão. E de que outra forma pode ser, senão cantando o hino nas arquibancadas do majestoso Parque Antártica? :-P
Update 26.11.03: Planos frustrados para a minha tarde palmeirense no sábado: o
IngressoFácil não disponibilizou os ingressos (apesar da mensagem de "vendas encerradas pela Internet", não acredito que tenham se esgotado durante a madrugada) e
em cinco horas se esgotaram todos os ingressos do Parque Antártica. Mesmo com sete pontos de venda e limitando em três ingressos por pessoa, um enviado especial meu ficou horas na fila e eles se esgotaram antes que ele pudesse comprá-los, deixando milhares de palestrinos impossibilitados de assistir ao espetáculo ao vivo. Vou ter que acompanhar este último jogo como os 34 anteriores: pelo rádio TV e Internet.

Apesar de não ser exatamente meu estilo musical preferido, a trilha sonora da noite é "O Portão", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, cantada a plenos pulmões.
(...) Eu voltei, agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei / Eu voltei
(...) Onde andei não deu para ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei / Eu voltei
Sem saber depois de tanto tempo / Se havia alguém à minha espera
Passos indecisos caminhei / E parei
Quando vi que dois braços abertos / Me abraçaram como antigamente
Tanto quis dizer e não falei / E chorei
Eu voltei, agora pra ficar / Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei / Eu voltei
Assim como muitos brasileiros, estadunidenses também sabem usar o velho "jeitinho" para se safar de certas situações e levar a melhor. Um deles fez uma
camuflagem urbana no seu carro para poder circular e estacionar livremente.
Dizem que hoje existem mais de 6 bilhões de pessoas no planeta. Tente imaginar quantas já viveram desde o início dos tempos até hoje: segundo
estimativas, palpites e chutes,
106 bilhões e meio de pessoas já passaram por aqui.
Uma vez me disseram que só os turistas chamam a cidade de Florianópolis de "Floripa", os locais sempre se referem ao município pelo seu nome oficial. Me parece que a mesma coisa acontece em São Paulo: nunca conheci um paulistano que chamasse a cidade de "Sampa", mas esse apelido é largamente utilizado por quem é de fora, especialmente cariocas.
Catálogo Internacional de Super-Heróis. Até o momento o único herói brasileiro na galeria é o
Morcego Verde.
Mais uma encrenca que eu tive nas últimas semanas que quase fugiu da minha atenção: preciso fazer uma série de alterações no contrato social da
Concatenum.com S/C Ltda. devido a exigências impostas na última revisão do Código Civil. Lá se vai tempo, dinheiro e serenidade.
Pensei que já poderia fazer um grande anúncio a respeito do meu compromisso de hoje mas me enganei. Além de ainda precisar de mais documentos, o trâmite todo tem seus prazos e carências para ser executado. A novidade fica para provavelmente daqui 20 ou 25 dias.
Este foi um dos maiores hiatos de atualização do
Concatenum.com: pouco mais de quarenta dias sem novidades. Muito obrigado aos amigos leitores que entraram em contato comigo notando a ausência.
Tudo começou no dia o meu aniversário, 07 de Outubro, quando completei 28 anos. Entrei na chamada "volta de Saturno", que dizem ser quando o planeta dos anéis entra na mesma casa astral em que estava no dia em que nascemos. A lenda diz que muitas novidades acontecem em nossas vidas a cada 7 anos e uma grande mudança acontece a cada 28 anos, a tal volta de Saturno. Eu acredito nisso. Ao sete (bem, seis e meio) entrei na escola e saí do meu pequeno casulo, aos 14 mudei de escola, defini meus interesses, preferências e amigos que ficaram para a vida toda, aos 21 consegui o emprego que determinou o rumo da minha carreira e, agora aos 28 algumas grandes mudanças estão se desenhando. A primeira começou no dia 12 de Outubro e deve se concretizar na próxima quarta-feira, que é quando finalmente irei me sentir mais confortável para falar a respeito. A outra fica lá pra Março do ano que vem :-)
Além disso, algumas outras coisas aconteceram que me distanciaram do
Concatenum.com. Eu sofro um pouquinho com a "síndrome da monotarefa", só consigo prestar atenção em uma encrenca de cada vez, quando várias acontecem ao mesmo tempo alterando minha rotina - como foi o caso - fico perdido.
Revisão do meu segundo carro - Fiquei um dia quase a pé para deixar meu segundo carro na revisão anual. Digo quase porque levei o carro cedo à concessionária, segui até o escritório de ônibus, e no final do dia retornei de ônibus à concessionária para buscá-lo, não usei meu primeiro carro por não ter seguro e finalmente ter um bom comprador à vista. Os detalhes ficam para um outro dia, mas encurtando a história, certamente fui enganado. Não sei se revisaram os 88 itens que disseram ter revisado e paguei caro por alguns outros serviços que meu seguro me oferece de graça. E pior: no dia seguinte, notei que os frisos laterais estavam descolando, provavelmente lavaram o carro com água quente. Na revisão do ano que vem estarei mais esperto.
Venda do meu primeiro carro - Precisei da ajuda direta de quatro pessoas e indireta de mais duas, mas finalmente consegui vender meu primeiro carro por um preço abaixo da tabela, mas muito melhor do que estavam me oferecendo. Tirando a tensão inicial de pensar ter perdido o documento de transferência, cuja segunda via me custaria algumas centenas de reais, muito tempo e paciência, deu tudo certo. E tinha que dar, depois de quase um ano enrolando para vendê-lo.
Quitação do meu segundo carro - Dinheiro na mão é vendaval, então boa parte do dinheiro recebido na venda do meu primeiro carro foi usado para quitar o segundo. Até aí nada de mais, mas esse meu pessimismo me deixou dias pensando que o pagamento de quitação não ia aparecer no sistema e eles iam continuar me cobrando as mensalidades já quitadas. Só sosseguei quando o site do banco indicou "contrato liquidado".
Recall - Um dia antes de quitar o carro, fiquei sabendo pela imprensa que ele estava dentro de um recall para trocar alguns componentes, fato confirmado ao digitar o número do chassi no site da montadora. Alguns dias depois recebi uma carta da montadora confirmando o recall, que iniciou na semana passada e tem prazo de seis meses. Bem, passando um pouco a tempestade dos dias atuais já irei comparecer a uma concessionária para fazer a manutenção, provavelmente daqui uns 15 dias.
Minha mãe - quando sua crise de bronquite aparece deixa todos em estado constante de alerta, já que podemos precisar agir como motoristas de ambulância a qualquer momento, como aconteceu no último domingo. Não chega a ser grave, mas é sempre muito preocupante e me tira o sono. Enfim, ela está se recuperando.
Excesso de trabalho - bem, antes sofrer com o excesso do que com a falta, não tenho do que me queixar quanto a isso. Nada chegou a sair do controle, respeitei todos os prazos curtíssimos e a tensão ficou em níveis aceitáveis, acho.
Saúde abalada - É, acho que a tensão me afetou sim. Me senti meio mal na tarde da segunda-feira 10/10, capotei na cama às 20h daquele dia e só consegui levantar da cama sem sentir tontura no dia seguinte à tarde. Perdi um dia de trabalho e até achei que perderia mais um, mas me recuperei bem nos quatro dias seguintes: reduzi um pouco o ritmo, mantive distância do computador de casa, voltei a radicalizar na minha busca por uma dieta melhor, e, por incrível que pareça, cortei a cafeína (chás e cafés, sinto falta de vocês). Preciso ainda tentar aumentar um pouco o meu período de sono.
Documentos - Precisei levantar um número enorme de documentos para um compromisso que vem se desenrolando há algum tempo e o desfecho da primeira fase foi antecipado do início de Dezembro para a próxima quarta-feira. A pasta onde guardo todos eles deve ter perto de 100 páginas, ainda não contei e mais alguns estão por vir amanhã, encerrando o levantamento. A busca por todos eles e a apreensão por alguns informes e resultados dados no decorrer do período me deram uma ansiedade muito grande, o que provavelmente contribuiu para desgastar minha saúde.
No tempo que me sobrou, me ocupei com o mais importante dos assuntos menos importantes: o futebol, que fez meu coração bater sincopado nas últimas semanas. Mas isso é assunto para o dia 30 de Novembro. :-)